Derrière la gare St Lazare de Cartier-Bresson foi vendida $590,455 por

Foto Henry Cartier-Bresson

A fotografia mais emblemática de um dos fotógrafos mais importantes da história da fotografia, o francês Henry Cartier-Bresson, foi vendida na casa de leiloes Christie’s, em Paris, por $590,455, o dobro do preço estimado. Enquanto isso a porcaria de Andreas Gursky alcança a marca de  $4,338,500 e se torna a fotografia mais cara da história.

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5 respostas para Derrière la gare St Lazare de Cartier-Bresson foi vendida $590,455 por

  1. Absolutamente revoltante que uma imagem como a do Andreas Gursky, tão baseada em simplicismo e masturbação mental, apoiada talvez num networking provocador de leilões viciados (a penúltima que bateu recorde também era dele, segundo informou um amigo meu) seja considerada mais valiosa que uma fotografia de Bresson.
    Pra mim é quase como se um autorretrato tirado no espelho fosse mais valorizado que um grande retrato feito por Steve McCurry, por exemplo.

  2. Cid disse:

    Acho um pouco leviano simplesmente chamar o Gursky de “porcaria” sem antes procurar saber os motivos que levam aos preços obtidos nos leilões. Deveriamos então chamar Pollock ou Mondrian de porcaria por nem sempre realizarem uma imagem aprazível?

    Quando uma fotografia alcança o status de arte, ela é avaliada muito além do seu valor estético. Não está em jogo se ela é bonita ou feia.

    A fotografia do Bresson é realmente excelente, mas existem várias cópias autênticas no mercado e esse é um dos motivos por seu valor ser menor. Essa em questão, é uma das que foram reveladas e emolduradas pelo próprio artista.

    • Fabio Martins disse:

      É a minha opinião! Essa que alcançou essa marca e as outras que fazem parte da série e que também foram vendidas por preços absurdos são fotografias muito ruins, independente de seu valor como arte. Esteticamente são sofríveis! Mas respeito o seu ponto de vista.

      • Cid disse:

        Eu concordo que não é uma imagem bela. Não é uma fotografia que eu compraria para colocar na minha sala, mas como eu disse, as “obras de arte” possuem um valor que vão além dos conceitos de estética. Existem muitas obras de arte “feias” que possuem valor em outros âmbitos.

  3. Fabio Martins disse:

    Eu entendo que na Arte o Belo é tratado de forma muito particular, nem sempre o Belo é bonito, mas o que aconteceu com essa fotografia em particular, em relação ao valor alcançado por ela no leilão, parece mais um fetiche no mercado de colecionadores que qualquer outra coisa. Algumas fotografias do Bresson não são bonitas esteticamente, mas são extremamente Belas do ponto de vista artístico, a técnica empregada, a composição, o valor histórico etc… compõem o valor da fotografia com obra de arte.

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